Monte de Apolo (monte do Sol)
O monte de Apolo, ou monte do Sol, é o coxim situado na base do anelar, o dedo de Apolo. A tradição quiromântica lê nele o senso do belo, a criatividade, o gosto pelo reconhecimento e pela luz. É sob esse monte que termina a linha do Sol. Um monte cheio evocaria o artista e a alma radiante; um monte apagado, uma criatividade mais íntima, menos voltada para o olhar dos outros.
Onde localizá-lo
Coloque um dedo na raiz do seu anelar: o relevo carnudo logo abaixo é o monte de Apolo. É também o ponto onde a linha do Sol vai morrer. Compare o seu volume ao dos montes vizinhos, Saturno de um lado, Mercúrio do outro, para sentir se ele domina a fileira ou se apaga.
O que a tradição lê nele
Cheiro e Benham colocavam nele o senso estético e a necessidade de irradiar. Bem desenvolvido, ele falaria de um olho para a beleza, de um talento que gosta de se mostrar, de uma alegria comunicativa; marcado demais, de um gosto pela aparência; discreto, de uma criatividade vivida em segredo, para si. Leia-o com a linha do Sol que o sobrepõe: juntos, eles desenham a sua relação com a luz.
Fontes
- , The Laws of Scientific Hand Reading (1900)
- , Cheiro’s Language of the Hand (1894)